Twitter investe em mobile

TwitterofficeSquare é um sistema de pagamento via mobile, novo projeto do fundador do Twitter, Jack Dorsey, e teve seu site e primeiras imagens reveladas.

Se a ferramenta se popularizar e globalizar, como a sua mais recente invenção, vai representar uma ameaça até para a fatia varejista do negócio de cartões, acabando aqueles infames 5% embutidos no preço de uma única transaçãoL

Lembra do que o Skype significou (e significa) para as companhias telefônicas? É a mesma coisa.

Para simplificar, é como o PayPal, só que com a possibilidade aceitar cartões físicos. Através de um pequeno adaptador, o iPhone e Android se transformam em máquinas de cobrança.

Recibos são gerados automaticamente, com possibilidade de assinatura digital e ainda a escolha da % de gorjeta. Pelas imagens, o Square oferece ainda alguns passos de segurança, como verificar o pagador pela foto.

Qualquer pessoa possa cobrar por seus serviços com o próprio celular. Sem taxas, sem mensalidades ou contratos com administradoras de cartões de débito e crédito.

 


Qual a estratégia do New York Times na era WEB 2.0?

O New YorkTimes custa nas bancas 2 dólares, mas sai de graça na internet, e emprega 11 funcionários apenas para mediar os comentários dos leitores. Toda uma estratégia vem crescendo para que o jornal se firme na web, tentando crescer em publicidade.

Os concorrentes na web são sites como o Huffington Post, que transforma o conteúdo de jornais como o New York Times em receita própria, ou seja, refaz seus conteúdos e outros grandes jornais do mundo todo, classificando em temáticas.

 São os chamados agregadores de notícias e o Huffington Post lidera esta estratégia na web americana. Com um exército de 3 mil blogueiros ele está criando um problema para a mídia tradicional de lá– chega a ter mais de 6,8 milhões por mês de visitantes, mais que o Washington Post e isto com apenas 7 empregados.

Avaliada em 100 milhões de dólaresm a empresa  merece a atenção de investidores que estão de olho no negócio e já aplicaram mais de 37 milhões de dólares, de fundos de private equity.

Boa parte desta iniciativa em oferecer tanto dinheiro para uma empresa tão pequena como esta é o fato deste sistema está competindo diretamente com a publicação e a oublicidade feita em revistas e jornais tradicionais.

Nos últimos dois anos, a publicidade tradicional, que mantém os veículos impressos, caiu certa de 40 % nos Estados Unidos. Ao passo que a venda nos impressos despencou, na internet aconteceu  totalmente o inverso, ela subiu em mais de 40% de 2006 a 2008, e boa parte abocanhada pelo Google.

É ou não é um bom negócio investir em estratégia digital?


Google vai dar forma na publicidade on-line

google_logo Em breve veremos uma revolução na publicidade on-line.  De acordo com recente divulgação (Globo Online /Reuters), o Google comprou uma empresa iniciante de publicidade on-line para fazer frente ao Yahoo, que é líder no segmento de publicidade.

Trata-se da Teracent, empresa iniciante do Vale do Silício que atua com tecnologia de exibição de publicidade. A operação acirra a competição do Google com o Yahoo.

A publicidade on-line é dividida entre pesquisa, geralmente propaganda em texto relacionada com o conteúdo de um site em que é veiculada, e de exibição, como banners que são comumente usados como ferramentas de estabelecimento de marcas pelas empresas.

A tecnologia da Teracent personaliza os anúncios gráficos com base em quem o vê, hora do dia e mesmo idioma do internauta, afirma a empresa. 

O Yahoo é o líder do segmento, com 14,5% de fatia de mercado em setembro, segundo a comScore. O Google é o sexto, com 2,2%, apesar dos números não incluírem anúncios que as empresas vendem através de redes.

A operação marca o mais recente movimento em publicidade do Google, que comprou a AdMob no início do mês e relançou um sistema de anúncios para incluir tecnologia da DoubleClick.

O presidente-executivo do Google, Eric Schmidt, afirmou recentemente que a publicidade gráfica provavelmente será o “próximo negócio bilionário” do Google.

O Google não revelou os termos do acordo com a Teracent.


Rede sociais no Brasil são destaque no ambiente corporativo

twitterAs ferramentas de web 2.0 vêm ganhando cada vez mais espaço nas empresas. Uma amostra disso é um estudo realizado pela empresa de recrutamento especializado Robert Half que revela que mais de 90% dos executivos de média e alta gerência no Brasil usam redes sociais ativamente como ferramentas de trabalho e de contato com amigos e conhecidos.

O relatório mostra que 46% dos entrevistados usam redes como Twitter, LinkedIn, Orkut e Facebook para relacionamento pessoal, enquanto 44% utilizam esses meios digitais com fins profissionais. Segundo a pesquisa, a rede mais usada é o LinkedIn, favorita de 36% dos entrevistados. Entre os profissionais da chamada Geração Y, que têm entre de 23 e 31 anos, a plataforma de relacionamento mais usada é o Orkut, com 33% das preferências.

O estudo também constatou que os entrevistados têm consciência do peso das redes sociais para a vida profissional: 80% deles usariam os meios digitais para procurar emprego.

Apesar da importância cada vez maior das redes sociais para os profissionais, de acordo com o relatório, as empresas em que trabalham ainda não possuem perfis nessas plataformas. A pesquisa mostra que apenas 20% das companhias têm páginas em redes de relacionamento. O estudo da Robert Half foi feito com 375 executivos de todo o Brasil.


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