Visibilidade verde

A Conexa Comunicação está fazendo a assessoria de imprensa de um dos primeiros green buildings do Brasil. Trata-se do Iguaçu 2820, o primeiro edifício verde da cidade, recentemente lançado pela Construtora e Incorporadora Laguna, …


Seremos ciborgs em breve

Se a idéia pegar os consumidores podem ser transformados em cyborgs em breve. A Intel, em seu laboratório de Pittsburgh pretende desenvolver implantes cerebrais que podem controlar todos os tipos de gadgets diretamente …


O Google vai virar TV

A Folha Online anunciou, nesta quarta-feira, dia 17, que o Google e a Intel se uniram à Sony para desenvolvimento de uma plataforma chamada Google TV, a fim de levar a internet à nova geração de televisões e conversores…


Presença nas redes dão tom de modernidade às marcas

twitter-logoOs consumidores estão mais propensos a fazer negócio com uma marca que se envolve com eles em sites de redes sociais como o Facebook ou o Twitter, de acordo com um relatório recente.O estudo, realizado por Chadwick Martin Bailey e iModerate Research Technologies, entrevistou 1.504 pessoas em suas atitudes em relação à utilização dos meios de comunicação social como uma ferramenta de marketing.

 

Quando perguntado se eles seriam mais propensos a comprar algo depois de se tornar um “fã” da marca, 67 por cento dos usuários do Twitter responderam “sim”, enquanto 51 por cento dos usuários do Facebook seguiram o exemplo.

 Quando perguntado se eles seriam mais propensos a recomendar a marca, 79 por cento dos usuários do Twitter disseram que iriam, e 60 por cento dos usuários do Facebook concordou.As respostas consideram marcas antigas aquelas que não estão atuando no Facebook ou Twitter.

 

Uma forte presença electrónica é fundamental ou então os clientes terão dúvida de sua relevância no mercado atual.

Mais:http://www.imediaconnection.com/content/26165.asp

Posted: Christiane Atta


Agregadores em alta diz State of the News Media 2010

786E9295921BC48F969108053CSegundo o Relatório do News Media 2010 estudo, que é publicado há 7 anos, a maioria dos usuários (81%) prefere que o conteúdo dos sites de notícias se mantenha gratuito e subsidiado por publicidade.

Porém, apenas 21% afirma clicar nos anúncios (mesmo assim “de vez em quando”).

E ainda – somente 7% pagaria por conteúdo caso um site de notícias passasse a adotar um modelo de cobrança (no caso, paywall).

A pesquisa mantém uma tendência de comportamento apontada em 2009 – as pessoas utilizam cada vez mais suportes variados para se informar e têm uma preferência crescente por serviços que permitam consumir informações de diversas fontes diferentes quando e onde quiser.

Enfim, que tenham um caráter agregador e organizador das informações, modelo adotado pelo Google News, Yahoo! News, Huffington Post, Topix etc – 56% dos entrevistados utilizam este tipo de site como fonte primária para se informar.

Ou seja, sites que reafirmam o caráter de commodity da informação e onde a marca de uma publicação é minimizada, é apenas mais uma entre tantos links para um assunto. Isso, de certa maneira, se reflete na percepção do usuário. Apenas 35% afirma ter um site de notícias favorito.

Outros tópicos sobre o estudo (neste ano, o Twitter ganhou espaço):

=> Os assuntos que geram mais atenção em blogs e microblogs diferem do que é destaque na chamada “grande mídia”.
=>
Apenas 6% dos entrevistados utiliza o Twitter como fonte de informação. A maioria das mensagens do microblog não é opinativa ou analítica – 10% é sobre o próprio Twitter. Grande parte das mensagens serve para alertar ou destacar uma informação interessante que está em outro ambiente. Ou seja, o Twitter é utilizado mais como uma “plataforma de embarque” para conteúdo do que qualquer outra coisa.
=>
Quando uma mensagem no Twitter é relacionada a uma notícia, tende a repetir a manchete da reportagem.
=>
Em sua maioria, uma pessoa visita de dois a cinco sites de notícias por dia.
=>
Os chamados sites de  jornalismo cidadão mantêm a tendência de crescimento e de utilizar mais suportes (celular, por exemplo), no entanto não têm capacidade de substituir os sites “tradicionais” de jornalismo. Estão sofrendo do mesmo problema das empresas de jornalismo – lidar com a falta de receita e a escassez de atenção. O caminho de parcerias com grupos de mídia tem sido comum (vide redes locais de blogs fechando parcerias com o Seattle Times).

Vale registrar que o State of the News Media usa como referência o mercado dos EUA.

Posted: Christiane Atta

 


Redes digitais ou redes sociais. Afinal, quem está conectado está em rede?

9AFDF81DB8E1553B1751DB95D0DDNo Media Party 2010 esta discussão ferveu. Os palestrantes discutiram lá como nascem as redes sociais.

Até que ponto a antropologia, a genética, o marketing, os comportamentos adquiridos ou a cultura hierárquica vigente influencia a gênese deste novo ( e mais antigo) fenômeno mundial –  traduzindo em redes sociais  web. Bom apetite!

 Luiz Algarra – (Papagallis) PARTICIPANTES: Augusto de Franco (Escola de Redes) Bob Wollheim (Sixpix) Martha Gabriel (professora).

Assista aqui o vídeo: Discussão Media Party


Fantástica conversa sobre Redes Sociais

CIRS

Encontro de pessoas dedicadas à investigação e experimentação sobre redes sociais e à criação de ferramentas tecnológicas interativas e de metodologias sociais de diálogo aplicadas ao netweaving.Já são 4.039 pessoas conectadas e faltam apenas 4 dias para o evento. Faça a sua inscrição: http://escoladeredes.ning.com


Zero Hora aposta economia e finanças na web

O jornal Zero Hora , sediado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, criou o site ZHDinheiro, especializado na cobertura do setor econômico e mercado financeiro.

O site traz serviços disponíveis 24 como bancos, empregos e carreiras, cotações de moedas, além de dados sobre comercialização de veículos e imóveis.

Na área “Mercado Financeiro”, os internautas encontram informações sobre pregões das principais Bolsas de Valores, tanto do Brasil como no exterior.


Internet cresceu 75% em três anos

9CA9AXT0HCAX8EXRJCAE2BZF7CARGRJ45CAAYUX8WCA4DUVGECACN7BZGCA2NR5I6CAB0SO9WCANC227KCAEL3KEDCA01G2D8CAHYK6FICAAMMXI1CA16YFDKCA1ZOEPECABYGXGJCAR6VWLGCAT0904UCom um percentual de aumento de 75,3%, entre 2005 e 2008, o uso da internet no Brasil atual é de 56 milhões de usuários.

 O uso entre os estudantes cresceu de 35,7% para 60,7%.

 80,3% acessa somente através de banda larga, 18% unicamente por conexão discada e 1,7% através das duas formas.  

O estudo do IBGE diz ainda que  a região Sudeste ainda tem o maior percentual de usuários (40,3%), seguido do Centro-Oeste (39,4%), Sul (38,7%), Norte (27,5%) e Nordeste (25,1%).

 O Centro-Oeste se destacou no quesito banda larga: 93,4% dos usuários usam a internet rápida como principal forma de acesso.

 Entre as razões para o acesso à internet, a comunicação com outras pessoas foi a principal delas, citada por 83,2% dos usuários em 2008, superando fins educacionais e de aprendizado , com 65,9%, que eram a principal razão dos acessos em 2005, quando foi apontado por 71,7% dos internautas.

Outra  pesquisa sobre Internet móvel

O número de usuários de internet móvel deve mais que dobrar em quatro anos. Segundo estudo da IDC, até 2013 o total assinantes desse serviço deve saltar de 450 milhões, registrados neste ano, para mais de 1 bilhão. A consultoria avalia que o rápido crescimento está atrelado à popularização do serviço e à queda nos preços de dispositivos portáteis como smartphones e netbooks.


Twitter investe em mobile

TwitterofficeSquare é um sistema de pagamento via mobile, novo projeto do fundador do Twitter, Jack Dorsey, e teve seu site e primeiras imagens reveladas.

Se a ferramenta se popularizar e globalizar, como a sua mais recente invenção, vai representar uma ameaça até para a fatia varejista do negócio de cartões, acabando aqueles infames 5% embutidos no preço de uma única transaçãoL

Lembra do que o Skype significou (e significa) para as companhias telefônicas? É a mesma coisa.

Para simplificar, é como o PayPal, só que com a possibilidade aceitar cartões físicos. Através de um pequeno adaptador, o iPhone e Android se transformam em máquinas de cobrança.

Recibos são gerados automaticamente, com possibilidade de assinatura digital e ainda a escolha da % de gorjeta. Pelas imagens, o Square oferece ainda alguns passos de segurança, como verificar o pagador pela foto.

Qualquer pessoa possa cobrar por seus serviços com o próprio celular. Sem taxas, sem mensalidades ou contratos com administradoras de cartões de débito e crédito.

 


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