Como fazer apresentações by Steve Jobs

ACAW013DACABD2LU6CAO9SILZCAT8RNMDCA4Z6IN6CA7L0YATCAI4KQ5BCAXWGLBJCAHLKY4GCAV204N7CA1RSN75CAUMEH0FCA219KM6CA6081FPCACCUBAICAL1IBT6CA2D04JKCA1CF7M3CA8ZDHMDVeja  as dicas publicadas na InfoAbril para fazer um SHOW de apresentação ao estilo Steve Jobs.

Ele propõe 3 atos:
Ato 1 – Crie uma história
Ato 2 – Entregue uma experiência
Ato 3 – Refine e ensaie

“Ato I”

1 – Encontre algo que você ama
Para convencer o público de algo, é preciso convencer a si mesmo. O tom “messiânico” de Jobs só não soa ridículo, porque ele realmente acredita no que diz. Para justificar o trecho, Carmine Gallo usa a seguinte frase de Jobs: “Você deve encontrar o que você ama. O que realmente importa é ir para a cama de noite dizendo ‘Fiz alguma coisa maravilhosa”.
2 – Planeje
Antes de abrir o PowerPoint pegue um papel e rabisque suas idéias. Planeje como será a apresentação. Os especialistas recomendam que você divida seu tempo privilegiando as ideias: coletando dados, organizando eles e rabiscando uma história.
3 – Crie sempre um vilão
Todas as apresentações de Jobs são baseadas no modelo de herói contra vilão, em que o produto da Apple é a solução para uma situação antagônica ou um concorrente. Em 1984, por exemplo, o papel coube a IBM.
“Ato II”
1 – “Simplicidade é o máximo da sofisticação”
A frase acima, também de Steve Jobs, resume esse passo que indica: jamais use bullets, quando puder imagens ao invés de texto e cada slide deve ter, no máximo, 40 caracteres.
2 – Não use jargão
Jobs pouco fala de gigabytes. Ele prefere dizer que “no iPod cabem mil músicas”. Faça o mesmo, simplificando os termos técnicos sem usar definições abstratas.
“Ato III”
1 – Presença de Palco
Olho nos olhos da platéia, tenha uma postura aberta e com autoridade e saiba se expressar usando as mãos. Como fazer tudo isso? Use o próximo passo como mantra.
2 – Treine
Um repórter da revista BussinessWeek que acompanhou Steve Jobs escreveu que ele “treina sua naturalidade por muitas horas, por muitos dias”. Os treinos do CEO se intensificam nas 48 horas antes do keynote. É quando ele pede feedback da equipe.
3 – Se divirta
Durante um problema na MacWorld de 2007, Jobs aproveitou para contar uma piada sobre os velhos tempos da Apple. Assim, minimizou a falha na apresentação e mostrou confiança. A lição é que é importante entreter o público sempre.

Para mais acesse o PPT aqui!

Posted: Christiane Atta


YouTube aluga filmes

youtuberentalTerminado o teste de aluguel de filmes via YouTube, em parceria com o Sundance Film Festival, o Google arrecadou exatos 10,709.16 dólares.
Juntos, os cinco filmes disponíveis para locação foram vistos 2,684 vezes, em um período de 10 dias, custando US$ 3,99 cada um. Foram eles: “Bass Ackwards”, “The Cove”, “One Too Many Mornings”, “Homewrecker” e “Children of Invention”.
São números que não impressionam, muito menos incomodam concorrentes como Apple e a Netflix (que diz ter 6 milhões de espectadores de filmes via streaming). Porém, o próprio YouTube encara a experiência como um sucesso.
Considerando que são filmes pouco conhecidos, sem distribuição comercial, a audiência é mais do que o dobro do que a quantidade de pessoas que assistiram no festival. Amplificar o alcance era o objetivo inicial, dinheiro depois.
A intenção do Google é continuar valorizando filmes de baixo orçamento, obscuros, muitas vezes de diretores e atores iniciantes, até que a plataforma esteja bem desenvolvidas para títulos maiores e grandes produtoras.

Fonte:  NYTimes


Profecias digitais para 2010

Uma das empresas mais conceituadas empresas de pesquisa e análise em marketing digital e mídias sociais, a eMarketer, divulgou “profecias” para 2010

Planos híbridos que combinam propagandas e subscrições pagas – Mais e mais profissionais investirão em anúncios em video on-line, apoiando-se na dupla video-propaganda no ambiente virtual e nas grandes redes de televisão. O suporte ao crescimento dos videos-publicidade virão de sites que oferecem um volume maior de videos de conteúdo profissional—como, por exemplo, todas as temporadas de séries de tv, eventos esportivos e pay-per-view.
Mais transparência nas webpages podem minar os esforços on-line

A eficiência da publicidade dirigida a um determinado público-alvo depende de informações atualizadas e abundantes a respeito dos usuários – o que fazem, onde moram, onde costumam freqüentar etc. Porém, tanto os consumidores quanto os políticos estão mais preocupados com as legislações a respeito de suas privacidades.

Na opinião dos publicitários, para que ultrapassem essas barreiras legais, uma maior transparência será necessária, como, por exemplo, o novo Privacy Dashboard do Google. Os sites deverão permitir que os internautas saibam quais informações a seu respeito são armazenadas e oferecê-los a opção de remover dados ou impedir que esses se acumulem. Entretanto, essa transparência poderá enfraquecer os esforços de publicidade on-line, pois os profissionais da área precisarão deixar claro os termos do contrato para se aceitar a cyber-publicidade.
Chegou a era do mobile – A ABI Research, uma companhia de inteligência de mercado, especializada em conectividade global e tecnologias emergentes, projetou em janeiro de 2009, que o mobile commerce chegaria a U$544 milhões, ou seja, um aumento de 57% em relação à 2008. Mas, em outubro, a empresa aumentou suas previsões para U$750 milhões em 2009, um crescimento anual de 117%. O M-commerce já se estabeleceu e facilmente alcançará a marca de U$ 1 bilhão em vendas. Se, anteriormente,os consumidores se limitavam a fazer download de ringtones e games em seus celulares, atualmente eles usam seus serviços para compras on-line, como faziam com seus desktops.
Os varejistas se concentrarão em mensurar o comércio nas redes sociais – um significativo número de grandes varejistas estabeleceu sua presença nas redes sociais, como Facebook e Twitter, com a única intenção de aprender com essa nova experiência,  sem preocupações com o  retorno financeiro. Sua finalidade era a de consolidar sua marca e arregimentar fãs. Em 2010, essas metas mudarão, pois esses varejistas levarão a sério as mensurações do impacto das redes sociais sobre as vendas e o quanto o tamanho da sua base de fãs afeta nas compras de suas mercadorias.
Mídia gratuita no centro das atenções

Os marketeiros procurarão formas melhores de conduzir e mensurar o impacto da mídia gratuita – aquela exposição que a marca recebe quando seus consumidores a divulgam na internet. As agências necessitarão estabelecer metas entre mídias gratuitas e campanhas pagas.
Twitter – 2010 será o ano em que o Twitter mudará seu foco de crescimento de audiência para construção de um negócio rentável. A questão é que tipo de negócio o Twitter quer se transformar e se irá obter êxito. Entre os vários conselhos discutidos estão contas corporativas pagas, autenticação de celebridades e busca. Biz Stone, co-fundador do microblog, deu uma dica preciosa quando contou à Agência Reuters que sua companhia tem uma nova forma de publicidade escondido na manga. Espera-se que o Twitter a revele em 2010.

Novos conteúdos on-line- as companhias de mídia estão no centro de um acalorado debate sobre como converter em dinheiro o conteúdo digital. Até recentemente, as empresas se alternavam de um extremo ao outro – primeiro, cobravam do consumidor para ter acesso ao conteúdo de seu site para, logo depois, resolverem abrir as páginas gratuitamente. Agora, algumas entidades com conteúdo “premium” estão, novamente, considerando experiências de conteúdo pago. Em 2010, veremos o que dará certo e o que falhará. As previsões indicam que os consumidores resistirão ao sistema de pagamento e os competidores irão capitalizar esse sentimento negativo. No final, haverá empresas de conteúdo pago, como o The Wall Street Journal, e os modelos híbridos (pagos e gratuitos), mas, no geral, a mídia digital será baseada na publicidade.
Um novo olhar no crescimento de internautas com mais de 55 anos – o uso da internet continua a crescer na mesma proporção que os consumidores encontram novas formas de acessar à web. A proliferação de laptops, smartphones e TVs com acesso à internet serão a força motriz por trás dessa tendência de crescimento. Adolescentes e jovens adultos já são plenamente ativos no ambiente virtual e usuários de seus vários serviços. A mudança virá através de indivíduos com mais de 55 anos, muitos dos quais sempre tiveram interesse em consumir produtos eletrônicos on-line e agora estão descobrindo as redes sociais e outras mídias
Entretanto, o número de usuários da internet tende a se estabilizar através dos anos, estimando-se que em 2013 sua penetração será de 70% da população americana.


O perfil da elite brasileira na web

iconMONEY91% da população brasileira com alto poder aquisitivo busca informações na internet antes de efetuar uma compra e 81% concordam que vale a pena pagar mais caro por produtos de qualidade

Com o objetivo de conhecer de forma detalhada os hábitos e comportamentos de consumo da população com alto poder aquisitivo, o IBOPE Mídia lançou um estudo inédito que desvenda o perfil da chamada elite brasileira.

O estudo aponta que 85% deste público seleto confia na internet como fonte de informação – 91% deles buscam dados na web sobre produtos antes de efetuarem uma compra.

 

Os brasileiros destacam-se no entendimento de que o consumo online é mais conveniente (82%), se comparados a argentinos, colombianos e mexicanos, que se mostram mais conservadores: menos da metade concorda com esta percepção.

A pesquisa The Elite Consumer retrata as opiniões dos usuários de internet que figuram na camada Top 5% de alto potencial de consumo, de acordo com o padrão de Nível Socieconômico, adotado pelo Target Group Index na América Latina, e além do Brasil foi realizada em países como Argentina, Colômbia e México.
A população retratada pelo The Elite Consumer possui alta taxa de uso de serviços bancários e faz ampla utilização dos autosserviços financeiros: 63% deles usam home banking, enquanto 56% delas usufruem da ferramenta – 49% do público masculino utiliza o caixa eletrônico contra 45% das mulheres e o índice de acesso via internet pelo celular é de 6% para eles e 4% para elas.

Metodologia
O estudo The Elite Consumer é aferido com o mesmo padrão metodológico na Argentina, Brasil, Colômbia e México, com pessoas de 20 a 64 anos, que representam o top 5% em nível sócio-econômico e que tenham acessado a internet nos últimos 3 meses.


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