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Os consumidores estão mais propensos a fazer negócio com uma marca que se envolve com eles em sites de redes sociais como o Facebook ou o Twitter, de acordo com um relatório recente.O estudo, realizado por Chadwick Martin Bailey e iModerate Research Technologies, entrevistou 1.504 pessoas em suas atitudes em relação à utilização dos meios de comunicação social como uma ferramenta de marketing.
Quando perguntado se eles seriam mais propensos a comprar algo depois de se tornar um “fã” da marca, 67 por cento dos usuários do Twitter responderam “sim”, enquanto 51 por cento dos usuários do Facebook seguiram o exemplo.
Quando perguntado se eles seriam mais propensos a recomendar a marca, 79 por cento dos usuários do Twitter disseram que iriam, e 60 por cento dos usuários do Facebook concordou.As respostas consideram marcas antigas aquelas que não estão atuando no Facebook ou Twitter.
Uma forte presença electrónica é fundamental ou então os clientes terão dúvida de sua relevância no mercado atual.
Mais:http://www.imediaconnection.com/content/26165.asp
Posted: Christiane Atta
Segundo o Relatório do News Media 2010 estudo, que é publicado há 7 anos, a maioria dos usuários (81%) prefere que o conteúdo dos sites de notícias se mantenha gratuito e subsidiado por publicidade.
Porém, apenas 21% afirma clicar nos anúncios (mesmo assim “de vez em quando”).
E ainda – somente 7% pagaria por conteúdo caso um site de notícias passasse a adotar um modelo de cobrança (no caso, paywall).
A pesquisa mantém uma tendência de comportamento apontada em 2009 – as pessoas utilizam cada vez mais suportes variados para se informar e têm uma preferência crescente por serviços que permitam consumir informações de diversas fontes diferentes quando e onde quiser.
Enfim, que tenham um caráter agregador e organizador das informações, modelo adotado pelo Google News, Yahoo! News, Huffington Post, Topix etc – 56% dos entrevistados utilizam este tipo de site como fonte primária para se informar.
Ou seja, sites que reafirmam o caráter de commodity da informação e onde a marca de uma publicação é minimizada, é apenas mais uma entre tantos links para um assunto. Isso, de certa maneira, se reflete na percepção do usuário. Apenas 35% afirma ter um site de notícias favorito.
Outros tópicos sobre o estudo (neste ano, o Twitter ganhou espaço):
=> Os assuntos que geram mais atenção em blogs e microblogs diferem do que é destaque na chamada “grande mídia”.
=> Apenas 6% dos entrevistados utiliza o Twitter como fonte de informação. A maioria das mensagens do microblog não é opinativa ou analítica – 10% é sobre o próprio Twitter. Grande parte das mensagens serve para alertar ou destacar uma informação interessante que está em outro ambiente. Ou seja, o Twitter é utilizado mais como uma “plataforma de embarque” para conteúdo do que qualquer outra coisa.
=> Quando uma mensagem no Twitter é relacionada a uma notícia, tende a repetir a manchete da reportagem.
=> Em sua maioria, uma pessoa visita de dois a cinco sites de notícias por dia.
=> Os chamados sites de jornalismo cidadão mantêm a tendência de crescimento e de utilizar mais suportes (celular, por exemplo), no entanto não têm capacidade de substituir os sites “tradicionais” de jornalismo. Estão sofrendo do mesmo problema das empresas de jornalismo – lidar com a falta de receita e a escassez de atenção. O caminho de parcerias com grupos de mídia tem sido comum (vide redes locais de blogs fechando parcerias com o Seattle Times).
Vale registrar que o State of the News Media usa como referência o mercado dos EUA.
Posted: Christiane Atta


