
Se a idéia pegar os consumidores podem ser transformados em cyborgs em breve. A Intel, em seu laboratório de Pittsburgh pretende desenvolver implantes cerebrais que podem controlar todos os tipos de gadgets diretamente através de ondas cerebrais em 2020.Os pesquisadores prevêem que os consumidores irão se adaptar rapidamente à idéia e, na verdade almejam a liberdade de não necessitar de um teclado, mouse ou controle remoto para navegar na Web ou mudando de canal. Eles também prevêem que as pessoas se cansarão de aparelhos multi-touch, como o nosso precioso iPhone, telefones inteligentes e até mesmo excêntrico Microsoft Surface.
Esta é uma prévia da Intel que pretende comloca implantes em seus clientes em 2020.
Leia o post completo:
http://www.popsci.com/technology/article/2009-11/intel-wants-brain-implants-consumers-heads-2020
A Folha Online anunciou, nesta quarta-feira, dia 17, que o Google e a Intel se uniram à Sony para desenvolvimento de uma plataforma chamada Google TV, a fim de levar a internet à nova geração de televisões e conversores.A tecnologia voltada para TVs é baseada no Android, sistema operacional móvel do Google, e roda no processador Intel Atom.
O “NYT” diz ainda que o software da Google TV apresentaria aos usuários uma nova interface para TVs, que lhes permitiria executar funções da internet, como busca em tempo real, trazendo resultados de internet, como vídeos do YouTube.
O dispositivo também permitiria que aplicativos da web, como jogos ou redes sociais, rodassem no dispositivo, segundo o jornal.
O projeto já está em andamento há vários meses, segundo o jornal, mas nenhuma das companhias comentou o assunto.
Há, ainda, envolvimento da empresa Logitech, a fim de fabricar um controle remoto com um pequeno teclado para manipulação do novo dispositivo.
“O Google quer estar em todo lugar na internet. É desta forma que eles podem colocar anúncios lá [na televisão]“, disse ao jornal uma “pessoa com conhecimento do projeto”.
Fonte: Folha ONline
Posted: Christiane Atta
Os consumidores estão mais propensos a fazer negócio com uma marca que se envolve com eles em sites de redes sociais como o Facebook ou o Twitter, de acordo com um relatório recente.O estudo, realizado por Chadwick Martin Bailey e iModerate Research Technologies, entrevistou 1.504 pessoas em suas atitudes em relação à utilização dos meios de comunicação social como uma ferramenta de marketing.
Quando perguntado se eles seriam mais propensos a comprar algo depois de se tornar um “fã” da marca, 67 por cento dos usuários do Twitter responderam “sim”, enquanto 51 por cento dos usuários do Facebook seguiram o exemplo.
Quando perguntado se eles seriam mais propensos a recomendar a marca, 79 por cento dos usuários do Twitter disseram que iriam, e 60 por cento dos usuários do Facebook concordou.As respostas consideram marcas antigas aquelas que não estão atuando no Facebook ou Twitter.
Uma forte presença electrónica é fundamental ou então os clientes terão dúvida de sua relevância no mercado atual.
Mais:http://www.imediaconnection.com/content/26165.asp
Posted: Christiane Atta
Segundo o Relatório do News Media 2010 estudo, que é publicado há 7 anos, a maioria dos usuários (81%) prefere que o conteúdo dos sites de notícias se mantenha gratuito e subsidiado por publicidade.
Porém, apenas 21% afirma clicar nos anúncios (mesmo assim “de vez em quando”).
E ainda – somente 7% pagaria por conteúdo caso um site de notícias passasse a adotar um modelo de cobrança (no caso, paywall).
A pesquisa mantém uma tendência de comportamento apontada em 2009 – as pessoas utilizam cada vez mais suportes variados para se informar e têm uma preferência crescente por serviços que permitam consumir informações de diversas fontes diferentes quando e onde quiser.
Enfim, que tenham um caráter agregador e organizador das informações, modelo adotado pelo Google News, Yahoo! News, Huffington Post, Topix etc – 56% dos entrevistados utilizam este tipo de site como fonte primária para se informar.
Ou seja, sites que reafirmam o caráter de commodity da informação e onde a marca de uma publicação é minimizada, é apenas mais uma entre tantos links para um assunto. Isso, de certa maneira, se reflete na percepção do usuário. Apenas 35% afirma ter um site de notícias favorito.
Outros tópicos sobre o estudo (neste ano, o Twitter ganhou espaço):
=> Os assuntos que geram mais atenção em blogs e microblogs diferem do que é destaque na chamada “grande mídia”.
=> Apenas 6% dos entrevistados utiliza o Twitter como fonte de informação. A maioria das mensagens do microblog não é opinativa ou analítica – 10% é sobre o próprio Twitter. Grande parte das mensagens serve para alertar ou destacar uma informação interessante que está em outro ambiente. Ou seja, o Twitter é utilizado mais como uma “plataforma de embarque” para conteúdo do que qualquer outra coisa.
=> Quando uma mensagem no Twitter é relacionada a uma notícia, tende a repetir a manchete da reportagem.
=> Em sua maioria, uma pessoa visita de dois a cinco sites de notícias por dia.
=> Os chamados sites de jornalismo cidadão mantêm a tendência de crescimento e de utilizar mais suportes (celular, por exemplo), no entanto não têm capacidade de substituir os sites “tradicionais” de jornalismo. Estão sofrendo do mesmo problema das empresas de jornalismo – lidar com a falta de receita e a escassez de atenção. O caminho de parcerias com grupos de mídia tem sido comum (vide redes locais de blogs fechando parcerias com o Seattle Times).
Vale registrar que o State of the News Media usa como referência o mercado dos EUA.
Posted: Christiane Atta
Uma mulher acorda pela manhã e lê seus e-mails na janela do quarto. Minutos depois, enquanto toma uma xícara de café, recosta-se no sofá e coloca seus óculos. A armadura é moderna, elegante, mas ao mesmo tempo simples. A diferença em relação aos modelos convencionais é que, através das lentes, a moça pode escolher entre ler informações sobre o clima, o noticiário do dia ou o conteúdo do blog preferido. Tudo diante de seus olhos. Para definir o que acessará, move os dedos no ar, como se clicasse uma tela imaginária.
Depois de ler essa história, você deve pensar que se trata do exercício futurista de uma propaganda moderninha ou de uma comédia romântica high tech de Hollywood.
Sim, é um exercício futurista, mas com um detalhe: essa cena pode fazer parte do seu dia-a-dia muito antes do que você imagina. E graças a uma tecnologia que começa a ganhar os holofotes: a realidade aumentada.
Trata-se de um filme-conceito produzido pela Nokia.
Ver no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=u0tEzVChiiE&feature=player_embedded
Chamado de Nokia Mixed Reality e disponível no YouTube, ele foi a maneira que a fabricante encontrou de mostrar o que, na opinião dela, estará ao alcance dos usuários de smartphones daqui alguns anos em virtude da realidade aumentada.
O conceito
Um dos campos de estudo da ciência da computação, a realidade aumentada é ampliação do real por meio de camadas de informações obtidas no meio digital. Essas camadas de dados sobre a realidade permitem viver e atuar com mais precisão em diversas áreas, como medicina, engenharia, manutenção, educação e transporte. Possibilita também uma experiência mais profunda e divertida, caso dos jogos, lazer e comunicação.
Ela tem potencial para modificar a relação entre as pessoas e o mundo em geral. “Isso já está acontecendo, portanto, não é mito”, diz Martha. O que ainda não está presente no cotidiano – o cenário descrito no vídeo da Nokia, por exemplo – esbarra apenas na melhoria e no barateamento de tecnologias como banda larga de acesso à internet (disponibilidade, velocidade, custo) e dispositivos de uso de realidade aumentada, como celulares, óculos, lentes e sensores gestuais, afirma Martha. “Mas, como a experiência nos mostra ao longo da história, o homem transpõe mais cedo ou mais tarde aquilo que é apenas barreira tecnológica”, diz.
Cidades aumentadas
Quem vem rompendo as barreiras da realidade aumentada até o momento é o marketing. Pelo ineditismo e o encantamento que proporciona, essa tecnologia faz brilhar os olhos de muitos publicitários, que veem na realidade aumentada um novo alento para criação de estratégias capazes de seduzir o consumidor.
Mas não é preciso esperar o futuro para conhecer benefícios práticos proporcionados pela realidade aumentada. A cidade de São Francisco, nos EUA, fez uma parceria com a desenvolvedora Junaio para aplicar a tecnologia no município, com destaque para o sistema de trânsito. Assim, as pessoas têm à disposição um guia interativo que informa sobre as opções de transporte e locais de interesse, como bares e restaurantes.
Disponível para iPhone, o aplicativo informa, por exemplo, sobre estações de metrô, horário de chegada e saída de ônibus e rotas. Enquanto espera o próximo ônibus, a pessoa pode, por exemplo, consultar pelo iPhone onde fica o museu mais próximo, cujas histórias e outras informações podem ser obtidas por meio de realidade aumentada no aparelho. Para isso, basta sintonizar o equipamento numa determinada estação – a Bart, criada pela desenvolvedora. As informações vão surgir na tela do aparelho.
Sistemas de navegação
Um projeto desenvolvido na Europa, chamado Mobvis, também explora a realidade aumentada como sistema de navegação no espaço urbano. Ele funciona da seguinte maneira: o Mobvis reconhece um determinado objeto fotografado e traz links relevantes sobre ele. Assim, a pessoa pode, por meio do smartphone, obter informações sobre monumentos, construções etc. Se o aparelho tiver GPS, pode-se monitorar o deslocamento e mapear objetos do entorno.


